Conta a história que no interior do Paraná ocorreu um julgamento na cidade de Palmital - PR no dia 27 de maio de 2005. Vejamos:
O Promotor de Justiça Dr. Marcos Aurélio Leão, chama sua primeira testemunha, uma velhinha de idade bem avançada.
Para começar a construir uma linha de argumentação, o Promotor pergunta à velhinha:
- Dona Genoveva, a senhora me conhece, sabe quem sou eu e o que faço?
- Claro que eu o conheço, Marcos! Eu o conheci bebê. Só chorava, e francamente, você me decepcionou. Você mente, você trai sua mulher, você manipula as pessoas, você espalha boatos e adora fofocas. Você acha que é influente e respeitado na cidade, quando na realidade você é apenas um coitado. Nem sabe que a filha esta grávida, e pelo que sei, nem ela sabe quem é o pai. Ah, se eu o conheço! Claro que conheço!
O Promotor fica petrificado, incapaz de acreditar no que estava ouvindo. Ele fica mudo, olhando para o Juiz e para os jurados. Sem saber o que fazer, ele aponta para o advogado de defesa e pergunta à velhinha:
- E o advogado de defesa Dr. Roberto Frederico Carli, a senhora o conhece?
A velhinha responde imediatamente:
- O Robertinho? É Claro que eu o conheço! Desde criancinha quando ele ainda havia chegado de mudança vindo de Pitanga para Palmital. Eu cuidava dele para a Marina, a mãe dele, pois sempre que o pai dele saia, a mãe ia prá algum outro compromisso. E ele também me decepcionou. É preguiçoso, puritano, alcoólatra e sempre quer dar lição de moral nos outros sem ter nenhuma para ele. Ele não tem nenhum amigo e ainda conseguiu perder quase todos os processos em que atuou.. Além de ser traído pela mulher com o mecânico Jurandir... até com o Jurandir!!!
Neste momento, o Juiz Dr. Vilmar Benedito Bento pede que a senhora fique em silêncio, chama o promotor e o advogado perto dele, se debruça na bancada e fala baixinho aos dois:
- "Se algum de vocês perguntar a esta velha filha da puta se ela me conhece, vai levar porrada e ainda sai desta sala preso... Fui claro??
Apenas uma criança indefesa
Acompanhei ontem pela tv a circo armado para o anúncio da sentença dada ao casal Nardoni no processo de que eram acusados pela morte da menina Isabella Nardoni. O juiz Maurício Fossein decretou que Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá foram considerados culpados pelo assassinato de Isabella. Sobre o caso, talvez meus amigos estudantes ou não de Direito possam tecer comentários. O que me chama a atenção, no entanto, é a quantidade de pessoas aglomeradas para assistir a tudo. Lembrei-me da greve dos professores e a adesão pífia em algumas escolas, lembrei-me das manifestações contra José Sarney e a revolução de sofá, lembrei-me dessas coisas e não consegui achar uma resposta pra esse tipo de comportamento humano. Na verdade, não quero respostas. Estranho mesmo é ver toda aquela multidão clamando por justiça, querendo a condenação dos réus e no momento em que ambos chegavam ao tribunal ou saiam dele, eram quase linchados. Isso é muito estranho.Veja o vídeo abaixo com a leitura da sentença do caso Isabella Nardoni pelo juiz Maurício Fossen:
É muito comum nos dias atuais encontrarmos nas salas de aula alunos com distúrbios de linguagem. Dentre os mais frequentes está a gagueira. Como professor, sempre tive minhas dúvidas sobre como tratar um aluno com gagueira: Completo o que ele quer falar? Antecipo o que ele vai falar?
O livreto "Gagueira: conversa com os professores", distribuído gratuitamente no site do "Instituto Brasileiro de Fluência - IBF", esclarece essa e outras dúvidas frequentes e fornece diversas orientações para professores de alunos com gagueira.
No intervalo entre um show e outro, a bela baiana Cláudia Leite aproveita pra colocar a conversa em dia com os followers do Twitter
O que os fãs esperavam finalmente aconteceu. Foi divulgado o primeiro pôster do terceiro filme da saga Crepúsculo, “Eclipse”. Edward, Bella e Jacob aparecem “lindos” e deixam os fãs ainda mais ansiosos para ver o filme. A estreia, no entanto, demorará um pouco. Provavelmente ocorrerá em 30 de junho.
Pra matar um pouco a vontade, veja o trailer abaixo:
Numa época de culto ao corpo, a palavra culto acaba tomando nuances estranhas… Cultuar não é render louvor a algo ou alguém, venerar, idolatrar? É… o verbo cabe bem nessa situação se você quiser fazer da bela aí o seu objeto de culto.
Muitos queriam saber o que Michel e Tessália fizeram embaixo do edredom no BBB 10. Veja no vídeo o que eles fizeram e depois imagine o que farão. Ou não.
Os candidatos a uma vaga no setor público devem, além de estudar as disciplinas previstas no edital, saber o estilo de prova de cada banca organizadora. Consultamos especialistas da área para falar sobre cinco das principais organizadoras do país, que são responsáveis por concursos que envolvem grande número de concorrentes. Para eles, é fundamental que os candidatos façam provas anteriores para justamente se adaptar aos diferentes tipos de exames.
“Se o candidato analisa a prova antes de iniciar o estudo das matérias básicas, já direciona o estudo para aquela banca, já sabendo se as questões são mais teóricas ou objetivas, se interpretação conta mais que conhecimentos de gramática, se as questões são mais longas ou mais curtas”, diz Fábio Gonçalves, diretor executivo do curso preparatório Academia do Concurso.
Segundo ele, o Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe/UnB) é a banca que mais se difere das demais, pois é a única que aplica provas com questões no formato certo e errado, e não de múltipla escolha. “Esse modelo é excelente para o aluno que vem se preparando com antecedência, pois o Cespe/UnB traz questões multidisciplinares, envolvendo várias matérias na mesma pergunta.”
Gonçalves orienta o candidato a estudar, independente da banca, de forma multidisciplinar. “Muitos alunos preferem estudar todo o conteúdo de determinada matéria e depois entrar em uma segunda disciplina. O que ocorre é que quando chega na terceira disciplina já esqueceu a primeira. O ideal é estudar uma matéria por dia.”
Para José Wilson Granjeiro, diretor financeiro-pedagógico do curso preparatório OBCursos, a grande dificuldade nas provas no Cespe/UnB é que os textos das questões e das respostas são longos, e o candidato pode não conseguir terminar a prova a tempo. “Tem que estar bem treinado, responder as que sabe rapidamente e, se tiver dúvida, pular a questão.”
Acertos mínimos
Gonçalves destaca que os candidatos devem prestar atenção no mínimo de acertos exigidos para cada prova. “Uma das grandes características da Esaf (Escola de Administração Fazendária) é pedir um mínimo de acertos por disciplina. No último concurso para auditor fiscal da Receita Federal, por exemplo, a Esaf exigiu mínimo de acerto de 40% por disciplina”, diz Gonçalves.
Segundo ele, no caso da Cesgranrio, foi exigido mínimo de acerto de 60% por grupos de matérias (disciplinas que têm conteúdo em comum, como os diferentes tipos de direito, por exemplo) no concurso da Petrobras realizado no ano passado. “Mas a prova apresentou textos relativamente curtos e com questões bem objetivas”, diz Gonçalves.
De acordo com Granjeiro, a Cesgranrio costuma extrair textos de revistas para os enunciados, e os textos para interpretação são longos. Além disso, as questões de raciocínio lógico e matemática costumam ser trabalhosas.
No caso da Esaf, segundo Granjeiro, o candidato pode encontrar maior dificuldade na prova de português, pois os textos e as alternativas costumam ser extensos.
Ele fiz que nas provas da Fundação Carlos Chagas, os enunciados das questões costumam ser longos, mas as alternativas são diretas.
Fonte: G1
Não me recordo de quem postou o link, mas a discussão em torno da originalidade sempre renderá ibope. Digo isso porque quando falei que “Nem tudo é mau quando copiam os posts”, o autor do Blog “Dinheiro e oportunidade” escreveu uma resposta, ainda que não tenha me convencido, para o meu post e o do Marcos Lemos. Não houve tréplica, pois como disse o Marcos, já havíamos falado o que queríamos. Mais interessante ainda foi a dificuldade em entender que meu post não era uma crítica direta ao autor daquele blog, mas sim uma reflexão a respeito da facilidade de se copiar um post fazendo apenas a troca por expressões sinônimas. Há um outro lado na questão. O que fiz com o post “Como mudar as imagens nos posts relacionados no Blogger” é um belo exemplo disso. Baseado no tutorial do Compulsivo, criei um post falando das alterações que fiz para adaptar o que ele ensinou às minhas “necessidades”. Isso vem ao encontro do que li no post “Dilemas de blogueiro: seus textos precisam ser sempre originais?”.
A jornalista Maria Juliana Dacoregio diz muitos blogueiros ficam na dúvida se determinados conteúdos podem ser publicados em seus blogs sem que isso seja considerado plágio. Claro que qualquer blogueiro mequetrefe não ligará pra isso, mas quem monetiza o blog ou desenvolve um trabalho sério quer, sim, produzir o próprio conteúdo. Ela segue dizendo que “dar os créditos é questão de honra para quem escreve” e que “plágio não é elogio, é crime”.
Voltando à questão que moveu a escrita desse texto, publicar apenas conteúdos plenamente originais é, às vezes, um engano que nos priva de fazer coisas interessantes. Vejam o caso do meu blog “Análise de charges”. Se para ter um blog com essa temática eu tivesse de desenhar minhas próprias charges, seria um projeto que já nasceria morto. Assim como disse a jornalista citada anteriormente, talvez tenhamos apenas uma pequena observação a acrescentar, mas não nos privemos de blogar por receio de errar. Há, no entanto, de se adotar determinadas postura para fazer bem isso.
Quer postar algo que viu em outro blog?
Copie um trecho no seu blog, com nome do autor e o link para quem quiser ler o restante. Já pensaram se toda vez que um artigo, tese, livro fosse escrito tivéssemos de pagar por cada citação que fizéssemos desses autores? Citar não é copiar, mas vale a máxima que uso, ainda que em tom de brincadeira, com meus alunos. Use, no máximo 10% do texto original sob pena de anulação de seu texto.
“… use seu blog para explorar todo seu ineditismo, mas também faça dele um apanhado daquilo que você lê, concorda, gosta ou acha que deve ser debatido. Sem nunca, NUNCA esquecer dos links.”
Muito se tem escrito a respeito de linguagem. Recentemente dois amigos blogueiros falaram a respeito dos erros, da necessidade de se escrever corretamente nos blogs… A discussão é pertinente mesmo, mas penso que escrever certo ou errado muitas vezes passa pelo aspecto da variante linguística escolhida. Mais ainda, escrever é uma forma de socializar. Seja o conhecimento, sejam as relações, a linguagem nos aproxima na maioria das vezes, mas, como afirmarei mais adiante, pode também nos afastar.
Penetra surdamente no reino das palavras.
Lá estão os poemas que esperam ser escritos.
(...)
Chega mais perto e contempla as palavras.
Cada uma tem mil faces secretas sob a face neutra
e te pergunta, sem interesse pela resposta,
pobre ou terrível, que lhe deres:
"Trouxeste a chave?"
Carlos Drummond de Andrade
Gosto da maneira como Drummond fala a respeito das palavras. Segundo ele, as palavras com sua riqueza semântica, morfológica e sintática constituem um reino e, como todo rei, governam a vida das pessoas determinando o sucesso ou não em suas relações pessoais e interpessoais. Além disso, ninguém adentra esse castelo fazendo algazarra e sem estar munido de certo preparo.
O primeiro artifício preparatório dos seres humanos é a socialização e para que esta ocorra é necessário à criança perceber que o mundo ao seu redor não é extensão de seu corpo e que este corpo é mais dos que permeiam a realidade. Assim, acumula-se um conhecimento do que são e para que servem as coisas, quais delas são agradáveis ou significam perigo.
Com o tempo, desenvolve-se a fala e são associados símbolos e significantes para aquilo que foi aprendido para que a pessoa possa se fazer entender. Sem que haja percepção do fato, a realidade vai sendo tomada por representações: se alguém fala “gato”, por exemplo, o som das palavras não mia ou ronrona, mas logo é associado a uma imagem, já que tanto o falante quanto seu interlocutor já detêm certo conhecimento do mundo que os circunda e a mensagem é transmitida com êxito.
À medida que o indivíduo torna-se consciente da efetividade de sua linguagem esta passa a ser passível de ganhar uma outra finalidade diferente da de comunicar, transmitir ideias e ligar as pessoas podendo, assim, ser selecionada e manipulada de acordo com os interesses ou valores do emissor. Isso quer dizer que a linguagem também pode ser um modo de exclusão contra quem está à margem dos “filtros” e estereótipos culturais.
Por fim, o domínio linguístico é moldado por “óculos" sociais”, sendo resultante da interação do ser humano com tudo que o cerca. Cada uma das palavras está fechada por um cadeado e ao longo da vida geralmente aprende-se a destrancá-lo. E como perguntaria Drummond: “Trouxeste a chave?”
P.s.: certamente algum leitor que conhece meus blogs diria que este post ficaria melhor no “Análise de Textos”, mas…
Interessante perceber como nossas palavras são carregadas de significado. Muitas vezes ouvi o chavão evangélico que diz que nossas palavras têm poder. Não discordo disso, pois basta dizer que a nossa boca fala do que o coração está cheio. Isso sem contar que existem pessoas que pagam para que outras as ouçam e falem aquilo que “qualquer amigo de buteco” também diria. A questão que me move, no entanto é o que li no Twitter. Numa clara referência ao programa CQC que voltou ao ar ontem, @tplayer soltou o tweet abaixo:
Algum problema, meu leitor? Nenhum a não ser o fato de que, se levado ao pé da letra, é uma fala muito preconceituosa. É algo semelhante ao que um comentarista esportivo disse após o jogo entre Manchester e Milan dia desses. Ele falou o seguinte:
“Até o coreano fez gol no time do Milan.”
Ué, qual o problema, não? Coreanos não sabem jogar bola ou o time do Milan é uma porcaria? Julgamento muito subjetivo, não? Bom, longe de mim bancar o pudico, mas a fala do amigo mencionado acima corrobora com a opinião de muitas pessoas. Mulheres não são tão competentes, mulheres devem ser relegadas a atividades de menor destaque. O duro é que há quem concorde, ainda que em partes com o tweet printado acima. Vejam o que a @iarana disse (sem nenhuma referência ao tweet do @tplayer):
É com vocês. As falas são preconceituosas ou sou eu que, apesar de preto, analisei profundamente a linguagem?
Tudo isso é muito ruim mesmo, mas nesta manhã me surpreendi quando vi que o Twitter tem sido usado para passar cola também. Se é vestibular ou apenas uma provinha no colegial eu não sei, mas que Gabriela Mamede aprendeu direitinho como usar a ferramenta não podemos discordar. Deem uma olhada no print que dei na página dela nesta manhã:
Certo. Você me dirá que o professor é muito tapado, dirá que a menina foi esperta e que é assim mesmo, pois só os mais adaptados sobrevivem. Será interessante quando você levar sua filha ou filho ao pediatra e encontrar a doutora Gabizinha sentada com uma caneta e um carimbo nas mãos.
Página do Orkut
Insatisfeito, quis trocar a imagem acima por uma mais sugestiva. Como fiz?2- Visite o post "Post relacionados com miniatura no Blogger" publicado no Usuário Compulsivo. Copie o código com as definições de formatação CSS e o JavaScript no bloco de notas;
3- Substitua o link "http://1.bp.blogspot.com/_u4gySN2ZgqE/SosvnavWq0I/AAAAAAAAArk/yL95WlyTqr0/s400/noimage.png" pelo da imagem que você já havia criado e hospedado no item1.
4- Siga os passos descritos na continuação do tutorial compulsivo até o fim e desfrute desse recurso tão funcional.
Como última dica, aí vão algumas imagens que você pode usar no lugar da exibida originalmente:
Vi muitos reclamando nos comentários lá no UC de que não conseguiram implementrar o hack. Eu também não havia conseguido inicialmente, mas combinei as dicas citadas acima com as encontradas no post do desenvolvedor do javascript e tudo funcionou perfeitamente.
Nessa manhã, um título muito sugestivo apareceu no meu leitor de feeds, leia-se, GReader. O artigo publicado no blog “O blog do dinheiro” dizia que “Nem tudo é mau quando nos copiam os posts”. A princípio, imaginei que seria mais um daqueles artigos que falam sobre assinar feeds ou de como os links internos podem pegar de calça curta os desavisados copiadores de posts. Não foge muito disso não. Estamos já acostumados a comentários no Twitter acerca de posts de “nossos blogs” que foram copiados por outros. Normalmente se faz uma fogueira santa e o kibador sofre um ataque em massa de agulhas, se torna maldito no meio e no fim das contas, sabendo que não somos flor que se cheire, acaba fechando o blog ou, no mínimo, tirando a postagem. Há, no entanto, quem não ligue pra isso. Eu, até certo ponto, não ligo. Tudo bem que o que publico não é assim tão original, pois se ainda não foi escrito, por alguém, é, no mínimo, senso comum, chavão, clichê. Mas há quem passe tempos pesquisando e escrevendo o que publica nos blogs.
Vejam os pontos levantados pelo post que deu origem a essa viagem que você lê agora.
“… será muito difícil, ou mesmo impossível, uma copia de um dos meus posts indexar melhor que o post no meu blog…”
Estranho isso. Lembro-me de, recentemente, vermos posts de um kibador ocupando um lugar de destaque maior que os posts da autora original. Lembram-se do caso da Juliana Sardinha e do kibador que se gabava de ganhar centenas de dólares apenas com plágio?
“… O que acaba por acontecer é que este tipo de blogs nunca indexa bem nos motores de busca para qualquer pesquisa, e o seu autor depressa abandona este método de ganhar dinheiro para passar a outro.”
Discordo. Se eu copio algo de alguém e não faço esforço nenhum para isso, abandonaria um recurso que um dia pode vir a render-me algo? Não acho que alguém tenha a ideia falsa de que do dia pra noite conseguirá se manter apenas com o dinheiro oriundo dos blogs. Mesmo quem hoje vive disso já passou pela experiência de não ganhar mais que um dólar por dia.
“… a realidade é que o Google faz um trabalho relativamente bom em identificar qual é a fonte original, mesmo quando não há um link de quem copia para o conteúdo original…”
Este post, já citado anteriormente, mostra o contrário.
Aí é que vem o ponto em que o Custódio elenca as “vantagens” de ter um post copiado:
- Links para o nosso blog
- Links de afiliados
- Mais visitas
Nos três casos, as vantagens estão condicionadas à permanência de links do nosso blog dentro do artigo plagiado. Confesso que não penso assim. Quem copia um post na íntegra demonstra uma falta de inteligência danada. É inegável que o mau caráter irá copiar, mas retirará os links do artigo original e, se for um pouquinho competente, mudará o texto de forma que não seja reconhecido pelos motores de busca como se fosse o mesmo artigo. Se isso é difícil? Vejamos como copiar um post sem ser pego:
1- Peguemos um post qualquer. Escolhi o sugestivo “Plágio é atestado de burrice”, escrito brilhantemente pela Emmanuele Najjar. Nele, encontramos o seguinte trecho:
“Lembra daquilo que os mais velhos costumam dizer? Que roubar é feio? Isso não é coisa de gente chata. Eles estão certos. Quer conquistar um espaço? Trabalhe por ele. Os resultados podem demorar, mas eles sempre surgem. E de qualquer modo não é com plágio que se consegue relevância. Ctrl+C e Ctrl+V em quem tem destaque não é garantia de sucesso e sim de incompetência. Quando descoberto não resta grandes motivos para ter orgulho. Todo mundo sabe que na Internet, algo que não falta é pedra pra jogar.
Perfeito, não? Vamos ao próximo passo.
2- Saiba um pouco a respeito de sinonímia e gaste algum tempo com um dicionário. O blog Análise de Textos pode ajudá-lo nisso.
3- Reescreva o mesmo texto usando expressões semelhantes. Veja o resultado:
Não é segredo para ninguém e isso tem sido dito pelas pessoas de mais idade desde que éramos pequenos: roubar não é correto. Quem quer crescer em qualquer área deve se dedicar, pois ainda que os resultados não apareçam como que por mágica, em algum momento, se tudo for feito corretamente e com perseverança, será reconhecido. Ninguém, em tempo algum conseguiu reconhecimento copiando deliberadamente a criação de outros. Além disso, não é apenas o texto, por mais que se diga que o conteúdo é fundamental, que garantirá o sucesso de um blog. Layout, divulgação, SEO, tudo coopera para o sucesso de algo na internet. Por fim, quem copia, se for pego, perderá o trabalho de algum tempo, pois sempre haverá alguém que reconhecerá o que foi copiado e aí o melhor será mesmo trocar de nickname, pois estaremos de olho.
E então? Reconhecem o texto da Manu? Eu sim, até porque fui eu quem copiou. Reparem que não retirei um link que havia no trecho que copiei dela, pois queria mostrar que isso pode acontecer e você será pego.
Preciso dizer mais alguma coisa?
Meus amigos bêbados não me deixam mentir: muitas vezes nossa visão nos engana. A não ser que você seja uma pessoa que está 90% do dia embriagado, podemos dizer que é apenas ilusão de ótica. Trago hoje para vocês uma seleção de imagens retiradas da própria internet. Nelas, a visão é ludibriada e o resultado é esse que podem ver abaixo:
E quem é que não fica impressionado com isso?
Você já havia visto uma? Olha só o que o dicionário Houaiss diz sobre a palavra cabaça:
Substantivo feminino
2 Rubrica: angiospermas. design. comum aos frutos dessas plantas, ovoides nas bignoniáceas e, nas cucurbitáceas, subglobosos ou elipsoides, e ainda mais freq. dotados de dois bojos globosos, de tamanhos bastante desiguais, unidos por uma seção estreita; cabaço
3 Rubrica: artesanato. recipiente feito desses frutos, a que ger. se corta a ponta da extremidade menor e retira-se a polpa para servir de gargalo, us. para guardar alimentos, sementes, água doce, vinho etc.; calabaça, porongo
4 Derivação: por extensão de sentido. Rubrica: artesanato. qualquer recipiente de forma semelhante à desses frutos
5 Rubrica: artesanato. utensílio feito da metade de um desses frutos, us. para medir ou transportar farinha, grãos etc. e esp. para beber ou esgotar líquidos; cuia, cumbuca
6 Rubrica: música. Regionalismo: Brasil. instrumento musical feito do fruto seco do cabaceiro-amargoso e das contas de lágrima-de-nossa-senhora, as quais, postas no interior oco do fruto ou em fios que envolvem seu exterior, produzem som semelhante ao do chocalho; afoxé, aguê, agué, amelê, piano-de-cuia
















