Amigo o escambau

Um sábio senhor de bigode e cabelos brancos com o qual aprendi boa parte do que sei em metalurgia sempre me dizia uma coisa quando o chamava de amigo:
"Ô negão, meus amigos são meus dentes e ainda assim, de vez em quando, dóem"
Sabe que não discordo do "Seu Antônio". Em seus muitos anos de vida, conviveu com muita gente e viu todo tipo de aproveitador. Havia aqueles que elogiavam o trabalho dele para que o mesmo consertasse alguma cagada besteira que haviam acabado de fazer. Ele, muito velhaco, percebia de longe. Ajudava, mas... mas... deixava claro que não era bobo.

Deixa de conversa fiada, vai. Fala logo!

Isso que conto é uma breve introdução (pelo menos na minha opinião) para algo que há algum tempo me incomodava, mas hoje, no máximo, vira assunto para um post nos momentos em que estou com menos vontade de escrever, mas pra irritar o povo que me acompanha no Twitter e tem de ver os recados de "No blog: Amigo o escambau", acabo fazendo.
Interessante é perceber que já afirmei que o Twitter é meu cachorro.

Mais uma imagem meramente ilustrativa

Ele continua sendo e cada vez mais será. Já fiz boas amizades e guardarei enquanto tiver conexão, mas me impressiono ainda com o fato de algumas pessoas não responderem as mensagens direcionadas a eles. Por que isso acontece? Qual seria a quantidade de mensagens que ele recebe para que a sua tenha sido deixada de lado? Minha questão não era pertinente? Ele é "o cara" de sua área e julga estar no terceiro céu. Conversar contigo é, fisicamente, impossível. Bom, pode ser que você, a quem sigo (mas que não me segue, é claro) esteja de olho nesse post por uma simples coincidência do destino (já que você não acredita em Deus). Se lá você não me lê, faz bem. Se chegou aqui, azar o seu. Pra você, dedico apenas isso:

Via
Technorati
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4 comentários

Eba, agora posso comentar usando o meu nome e url. Obrigada por isso.

Post muito propício para o que tenho pensado ultimamente: amigo o escambau. MESMO.

Abraços!

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@Luana, fico feliz em ter facilitado suas participações aqui no meu blog. Creio que todos nós já pensamos pelo menos uma vez da forma como expus no post. Não devemos, no entanto, perder a fé na humanidade. Alguns se salvam por aí e mais, arrumei bons parceiros de atividades e conversas na internet, principalmente no Twitter. Beijo para você.

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O assunto é por demais pertinente, essa história de sermos ignorados quando direcionamos alguma mensagem, acontece também comigo, sou obrigado a concordar que, por mais que eu tente, não consigo entender.
Assim como tem gente interessante no twitter, tem uns que se acham importantes demais para dar atenção a quem quer que seja. Peço licença no seu blog para mandar uma mensagem a eles: #vtnc

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José, licença dada. Não dá pra entender a bandeira que alguns levantam. Falam sobre respeito, sobre tolerância, sobre plágio, sobre amor, sobre um monte de outras coisas que considero baboseiras e não se dão o trabalho de serem, no mínimo , educados. Quer saber, mando um sonoro VTNC.

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